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Casereada e a vigília: dois símbolos da Semana Farroupilha

Casereada e a vigília: dois símbolos da Semana Farroupilha

Tradicionalistas se revezam na guarda à Chama Crioula no Galpão do Parque Internacional
Desde a abertura da Semana Farroupilha, no último domingo, as entidades estão em casereada no Galpão Binacional, localizado no Parque Internacional. Dia e noite é realizada a guarda à Chama Crioula, que é um dos maiores símbolos do tradicionalismo gaúcho.
O Galpão Binacional, além de sediar a guarda da Chama, também é um espaço para receber visitantes. Diversas escolas possibilitam a seus alunos passarem por lá durante a Semana Farroupilha. Ainda no Galpão do Parque, há shows, almoços e jantares típicos, principalmente o churrasco, para os caseiros.
No local, além das entidades, estão presentes as representações das Secretarias de Turismo e de Agricultura do Município e a División de Cultura que pertence à Direção Geral de Promoção e Desenvolvimento de Rivera.
A casereada é o ato de manter sempre representantes de alguma entidade presente no Galpão Binacional e se refere à simbologia gaúcha. No passado, os peões se reuniam para fazer a ronda nos galpões das antigas estâncias, o fogo de chão é o esteio básico para manter o galpão com suas características.
Conforme o Presidente da Comissão Organizadora da Semana Farroupilha, Rui Rodrigues, o momento em que é guardado o fogo é o mais importante do tradicionalismo, pois toda origem de cultivar as tradições está presente ali. Ainda relata que a casereada é um ato de ronda da Chama Crioula, que está mantida naquele Galpão e deve ficar sobre vigília durante toda semana.
Rui Rodrigues também relata que a casereada é um momento muito importante para o tradicionalismo, pois naquele local acontece a troca de ideias e saem muitas discussões interessantes para o movimento. “Em virtude da conversa, da troca de ideias, é possível formatar algumas coisas para o futuro”, afirma.